Com o aproximar da época mais ascendente do Verão, qualquer português não dispensa as suas férias. Altura para dizer «Crise: ser ou não ser, eis a questão».
Não é segredo que vivemos tempos complicados e o pior está para vir mas ainda menos segredo é que 90% dos chamados lusitanos está completamente desinteressado nesse pequeno problema. As nossas críticas e acusações limitam-se à pequena caixa preta a que chamamos televisão, porque no fim de contas são os outros 10% que dão a cara à revolta do país.
Mas voltando ao início deste texto, as férias estão para todos nós como um chocolate está para uma criança obesa. Porque simplesmente é assim! Voltamos todos a ser crianças e deixamo-nos vencer pela ingenuidade de que depois das férias tudo irá correr bem. Tuga que é Tuga não sabe resistir à tentação e deixa-se levar pela estupidez. Resumindo, temos um país à nossa imagem.
Talvez seja tarde demais para dizer «Chega!», talvez não mas todos nós devíamos tomar uma mudança de atitude porque o futuro é hoje.
A verdade é que, nestes tempos todos nós somos e continuaremos a ser a Geração À Rasca.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Eles não sabem que vão morrer…
Será assim tão grande a nossa necessidade de ser o desejo de outro?
Chegar ao fim, olhar para trás e ver que não foi a nossa vida que vivemos. Crescemos obcecados em querer ser mais e melhor tentando agradar a quem não merece, talvez…
Vivemos a lutar por um objectivo, um emprego, uma casa, um futuro e no final não passa disso mesmo, uma luta. Luta essa que não vencemos…
Será assim tão grande a nossa necessidade de julgar e ser julgado?
Ser superior e viver no espaço entre o sonho e a ilusão, que é e será apenas “nada”. A obrigatoriedade de comentar a informação e distorcê-la para tornar interessante aos olhos de quem quer saber.
São os padrões que hoje em dia estão implicados que tornam “viver” uma tarefa tão complicada.
Hoje, vivo para além do preconceito e descriminação e, eu próprio, sou julgado por agir assim. Hoje tento ver mais além e ser visionário e “tiram-me as asas” por querer sonhar. Hoje olho em frente e vejo o amor, e é nele que me perco…
Digo adeus a todos aqueles que me vêm por baixo pois eu sou superior a quem me julga. Sigo em frente o meu caminho longe da hipocrisia do momento e apenas tenho pena, pois «eles não sabem que vão morrer…»
Chegar ao fim, olhar para trás e ver que não foi a nossa vida que vivemos. Crescemos obcecados em querer ser mais e melhor tentando agradar a quem não merece, talvez…
Vivemos a lutar por um objectivo, um emprego, uma casa, um futuro e no final não passa disso mesmo, uma luta. Luta essa que não vencemos…
Será assim tão grande a nossa necessidade de julgar e ser julgado?
Ser superior e viver no espaço entre o sonho e a ilusão, que é e será apenas “nada”. A obrigatoriedade de comentar a informação e distorcê-la para tornar interessante aos olhos de quem quer saber.
São os padrões que hoje em dia estão implicados que tornam “viver” uma tarefa tão complicada.
Hoje, vivo para além do preconceito e descriminação e, eu próprio, sou julgado por agir assim. Hoje tento ver mais além e ser visionário e “tiram-me as asas” por querer sonhar. Hoje olho em frente e vejo o amor, e é nele que me perco…
Digo adeus a todos aqueles que me vêm por baixo pois eu sou superior a quem me julga. Sigo em frente o meu caminho longe da hipocrisia do momento e apenas tenho pena, pois «eles não sabem que vão morrer…»
sábado, 4 de junho de 2011
O Amor é...
O amor é especial
É ser feliz com alguém
É viver o mundo como nunca ninguém viveu
O amor é gostar do melhor e do pior
É gritar de alegria e sorrir com a tristeza
É querer mais e melhor, querer-te a ti…
O amor és tu
É sentir algo nunca antes sentido
Mas que não queres parar de sentir…
O amor é artístico
E se o amor é uma arte,
Então eu sou um artista pois estou apaixonado…
O amor é dizer:
AMO-TE!
É ser feliz com alguém
É viver o mundo como nunca ninguém viveu
O amor é gostar do melhor e do pior
É gritar de alegria e sorrir com a tristeza
É querer mais e melhor, querer-te a ti…
O amor és tu
É sentir algo nunca antes sentido
Mas que não queres parar de sentir…
O amor é artístico
E se o amor é uma arte,
Então eu sou um artista pois estou apaixonado…
O amor é dizer:
AMO-TE!
terça-feira, 22 de março de 2011
Realidade
“Olá… Foi o que ouvi dizer. Não me parecia certo nem correcto mas era especial, agradável… Aquelas três letras pálidas disfarçadas que me faziam sonhar.
Talvez sonhar me fizesse feliz. Afinal era ali que eu sentia, gostava e quem sabe, amava. Naquela terra de sonhos em que a minha loucura era transparecida e levada ao expoente da irrealidade.
Foi lá que a conheci… Diferente do igual, daquilo que se esperava. Melhor, do que eu esperava. Aquela dúvida que permanecia… De que servia esconder-se se queria ser encontrada? Mas se calhar, fui eu que criei as dúvidas e fiz confusão com o ser, o ver, com o nada.
Agora sou eu que me escondo, prisioneiro do meu olhar, vou ao sabor do vento e desapareço no escuro.
Isto não é uma história com final feliz, não é uma história em que digo a verdade, não é a história do amor perfeito. Isto não é uma história, é a realidade. E é na realidade que eu digo Adeus.”
Talvez sonhar me fizesse feliz. Afinal era ali que eu sentia, gostava e quem sabe, amava. Naquela terra de sonhos em que a minha loucura era transparecida e levada ao expoente da irrealidade.
Foi lá que a conheci… Diferente do igual, daquilo que se esperava. Melhor, do que eu esperava. Aquela dúvida que permanecia… De que servia esconder-se se queria ser encontrada? Mas se calhar, fui eu que criei as dúvidas e fiz confusão com o ser, o ver, com o nada.
Agora sou eu que me escondo, prisioneiro do meu olhar, vou ao sabor do vento e desapareço no escuro.
Isto não é uma história com final feliz, não é uma história em que digo a verdade, não é a história do amor perfeito. Isto não é uma história, é a realidade. E é na realidade que eu digo Adeus.”
sexta-feira, 4 de março de 2011
És tu... (2)
O sentimento…
Que se assemelha no olhar
Mas que me afasta no espaço
O sofrimento…
É nesse momento que eu te percebo
E que vejo a verdade, a prova da mentira
A dúvida…
É nesta casa que fico à espera que me leves
Porque nos intervalos do “nós” é aqui que estou
E naquele segundo eu sei que és tu…
E é no fim…
Entre dúvidas, sentimentos e sofrimentos
Que eu me decido,
O meu coração bate e eu me revejo no teu olhar…
Que se assemelha no olhar
Mas que me afasta no espaço
O sofrimento…
É nesse momento que eu te percebo
E que vejo a verdade, a prova da mentira
A dúvida…
É nesta casa que fico à espera que me leves
Porque nos intervalos do “nós” é aqui que estou
E naquele segundo eu sei que és tu…
E é no fim…
Entre dúvidas, sentimentos e sofrimentos
Que eu me decido,
O meu coração bate e eu me revejo no teu olhar…
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Entre Aspas
“Hoje vou escrever sobre ti, sobre mim, sobre o que me fizer feliz. Sim, hoje vou dizer…”
Uma diferença que sem saber ao certo é por ser diferente que me faz feliz e um olhar indiscreto que quando focado nela me faz sorrir.
“Hoje eu digo olá com um brilho diferente, pois pela primeira vez não quero dizer adeus.”
A simplicidade de ser que me diz a verdade. A rapariga imperfeita que a torna humana, e a humana mais perto da perfeição. A tal que me diz que não quando pensa que sim e que fala sem falar ao ponto de me deixar derretido.
“Eu gosto de ti no Inverno, eu gosto de ti no Verão… Na Primavera, no Outono… Eu gosto de ti durante todo o ano.”
Sem dizer a letra, a palavra, o nome sabes que és tu só por assim o ser. Hoje não existe razões para voltar a nega, vou pensar em ti e sem nunca duvidar o porquê vais olhar para trás e ficar feliz. Hoje grito ao mundo que quero estar contigo porque entre felicidade e amor eu assim preciso.
“Hoje perco-me no teu olhar e escrevo entre aspas para dizer que te adoro”
Uma diferença que sem saber ao certo é por ser diferente que me faz feliz e um olhar indiscreto que quando focado nela me faz sorrir.
“Hoje eu digo olá com um brilho diferente, pois pela primeira vez não quero dizer adeus.”
A simplicidade de ser que me diz a verdade. A rapariga imperfeita que a torna humana, e a humana mais perto da perfeição. A tal que me diz que não quando pensa que sim e que fala sem falar ao ponto de me deixar derretido.
“Eu gosto de ti no Inverno, eu gosto de ti no Verão… Na Primavera, no Outono… Eu gosto de ti durante todo o ano.”
Sem dizer a letra, a palavra, o nome sabes que és tu só por assim o ser. Hoje não existe razões para voltar a nega, vou pensar em ti e sem nunca duvidar o porquê vais olhar para trás e ficar feliz. Hoje grito ao mundo que quero estar contigo porque entre felicidade e amor eu assim preciso.
“Hoje perco-me no teu olhar e escrevo entre aspas para dizer que te adoro”
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Gritos de Revolta
Entre os gritos de revolta,
Sou eu que te digo a verdade.
Mas sem nunca pôr em causa
A tua realidade…
Entre os gritos de revolta,
Eu revelo o meu ser.
Mostro-me ao mundo,
Dou-me a conhecer.
Entre os gritos de revolta,
Eu digo chega!
Porque nunca é demais
Marcar a nossa posição.
Porque entre os gritos de revolta
E os pensamentos de incerteza,
É nos olhares da loucura
Que eu me reconheço…
Sou eu que te digo a verdade.
Mas sem nunca pôr em causa
A tua realidade…
Entre os gritos de revolta,
Eu revelo o meu ser.
Mostro-me ao mundo,
Dou-me a conhecer.
Entre os gritos de revolta,
Eu digo chega!
Porque nunca é demais
Marcar a nossa posição.
Porque entre os gritos de revolta
E os pensamentos de incerteza,
É nos olhares da loucura
Que eu me reconheço…
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